“O Custo do Depois”: novo ebook de Izabel Pimentel transforma travessias oceânicas em reflexões sobre escolhas, tempo e presença.
Primeira brasileira a completar uma volta ao mundo em solitário, a navegadora e escritora Izabel Pimentel lança o ebook O Custo do Depois, uma obra que une experiências reais do oceano a reflexões profundas sobre procrastinação, prioridades, ansiedade, presença e os pequenos adiamentos que silenciosamente moldam nossas vidas.
Inspirado em travessias oceânicas, tempestades, furacões, longos períodos de isolamento e decisões tomadas em ambientes extremos, o livro utiliza o mar como metáfora da condição humana.
Em uma sociedade marcada pela urgência constante, notificações e excesso de estímulos, O Custo do Depois propõe uma pausa para refletir sobre aquilo que realmente importa antes que o “depois” se torne caro demais.
“Pequenas negligências raramente permanecem pequenas por muito tempo.”
Entre relatos intensos e reflexões humanas, o ebook aborda temas como:
- Procrastinação emocional
- Escolhas silenciosas
- Medo
- Adaptação
- Presença
- Resiliência
- Ansiedade
- Travessias internas
Ao longo da narrativa, esses temas surgem de forma natural, conectando desafios cotidianos, emoções profundas e os caminhos invisíveis que cada pessoa percorre dentro de si.
Mais do que um livro sobre navegação, O Custo do Depois fala sobre pessoas.
Porque, no fim, todos estamos atravessando algum oceano.
O lançamento também marca uma nova fase autoral de Izabel Pimentel, que passa a desenvolver conteúdos voltados para palestras, documentários e projetos ligados às reflexões humanas através da navegação.
SOBRE IZABEL PIMENTEL
Izabel Pimentel é navegadora oceânica, escritora e palestrante. Foi a primeira brasileira a completar uma volta ao mundo em solitário e participou de importantes travessias oceânicas internacionais, incluindo a MiniTransat. Suas experiências em ambientes extremos inspiram livros, palestras e projetos documentais sobre escolhas, adaptação e resistência humana.
“Nem toda travessia pode ser compreendida por quem nunca viveu o mesmo mar.”





